
vendedor de rosas
Conheci um velhinho que vendia rosas... Ele mesmo as cultivava, nos fundos de sua casa Andava pelas ruas vendendo as flores... Para os homens bem vestidos ele se dirigia e dizia: “-leva uma flor para tua amada ela vai ficar feliz com tua lembrança e vai te amar mais e mais...” E todas pessoas compravam as rosas do bom velhinho. Quando encontrava uma criança, chegava até ela e dizia: “-toma, leva esta flor para tua mãe. Ela vai ficar feliz por teres lembrado dela e vai te deixar brincar mais um pouquinho, quando chegar a hora de deitar.” E o bom velhinho seguia seu caminho sempre vendendo rosas ou fazendo despertar nas pessoas, um ato de bondade de oferecer rosas à um ente querido, à uma pessoa que o esperasse em casa Quando sabia que alguém tinha morrido, perto de sua casa, algum vizinho, lá ia o bom velhinho enfeitar com suas rosas o caixão daquela pobre criatura. Com suas mãos trêmulas colocava, uma a uma, até cobrir todo corpo já sem vida E assim seguia o velhinho, sua vida de vendedor de rosas. Umas para alegria, outras para tristeza, conforme sempre foi o destino das rosas Um dia, que a primavera enfeitava todos jardins da cidade eu vi passar um funeral muito simples onde ninguém tinha em mãos uma flor e no caixão, nada continha... Fui saber quem era o falecido que seguia naquele esquife tão desnudo.. E com tristeza fiquei sabendo que era o bom velhinho, Aquele mesmo...vendedor de rosas... lourdes
Conheci um velhinho que vendia rosas... Ele mesmo as cultivava, nos fundos de sua casa Andava pelas ruas vendendo as flores... Para os homens bem vestidos ele se dirigia e dizia: “-leva uma flor para tua amada ela vai ficar feliz com tua lembrança e vai te amar mais e mais...” E todas pessoas compravam as rosas do bom velhinho. Quando encontrava uma criança, chegava até ela e dizia: “-toma, leva esta flor para tua mãe. Ela vai ficar feliz por teres lembrado dela e vai te deixar brincar mais um pouquinho, quando chegar a hora de deitar.” E o bom velhinho seguia seu caminho sempre vendendo rosas ou fazendo despertar nas pessoas, um ato de bondade de oferecer rosas à um ente querido, à uma pessoa que o esperasse em casa Quando sabia que alguém tinha morrido, perto de sua casa, algum vizinho, lá ia o bom velhinho enfeitar com suas rosas o caixão daquela pobre criatura. Com suas mãos trêmulas colocava, uma a uma, até cobrir todo corpo já sem vida E assim seguia o velhinho, sua vida de vendedor de rosas. Umas para alegria, outras para tristeza, conforme sempre foi o destino das rosas Um dia, que a primavera enfeitava todos jardins da cidade eu vi passar um funeral muito simples onde ninguém tinha em mãos uma flor e no caixão, nada continha... Fui saber quem era o falecido que seguia naquele esquife tão desnudo.. E com tristeza fiquei sabendo que era o bom velhinho, Aquele mesmo...vendedor de rosas... lourdes

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